quinta-feira, 22 de agosto de 2013

O que se leva da vida...


O sono da última noite foi bem desconfortável. Aflita para resolver uma complicada situação, as dores oscilaram entre a cabeça e o estômago. Sonhos, pesadelos, angústias, tudo fez parte daquelas horas. Mas, após resolver a situação, pensei em escrever aqui algumas palavrinhas...

Quem me conhece sabe quão desapegada eu sou em relação ao dinheiro. Já bem antes do marketing lançado pelo HSBC sobre o valor do dinheiro, ele pra mim sempre foi um meio, jamais um fim, para a persecução dos meus objetivos.

Não serei demagoga a ponto de dizer que se pode, tranquilamente, viver sem dinheiro. Não é isso. É que, pra mim, ele não traz mesmo a Felicidade; apenas torna, materialmente falando, o caminho menos difícil. A questão é que o caminho para a Felicidade não se inicia pela matéria. Sendo assim, o berço dos sonhos não é o dinheiro...

(Bem, antes de o texto se tornar um “Raciocínio Silogístico Aristotélico” (risos...), deixa eu voltar ao assunto principal...)

Ao acordar, uma luz me veio à mente; e, na tentativa de encontrar uma solução para o problema acima referido, liguei para a mãe de uma amiga de infância. Ao perguntar se ela poderia apoiar o Projeto, ouvi, do outro lado da linha, a fala incisiva: “Pra você? Pra você? Pra você eu faria até o impossível”. Nessa hora, meus olhos encheram-se de lágrimas...
                                                          
Não foi só pela certeza de que meus planos dariam certo que fiquei emocionada; mas (e principalmente), por sentir a confiança daquela voz em mim. No mundo de hoje, em que o valor da matéria sobrepuja o do indivíduo, aquela demonstração me reanimou de Esperança... 

E é isso que eu penso que a gente leva da vida... “Ter” é bom, é confortável; mas, “ser” é fundamental, e “sentir” é vital.

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